VIVER SEMPRE - MORRER JAMAIS

Pensar, sentir, agir sem cessar: VIDA.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

OBSESSÃO E VÍCIOS - aqui e no além...






    Quando a mente se empobrece e os desejos de sensações enriquecem, temos sérios problemas; sabendo disso, Jesus nos pediu que estivéssemos sempre vigilantes e em estado de oração, para que não nos tornássemos escravos das sensações da terceira dimensão nem dos que nela fazem questão de permanecer sejam encarnados ou desencarnados.
    Para compreender o que seja de fato um vício, é preciso que saibamos com certeza quem somos e a que viemos, para que não deixemos de subir na espiral da evolução; viciar-se é estacionar sem ascender.
Vício s.m (Do lat. Vitium) 1. Defeito que torna algo ou alguém inadequado a determinado fim. Tendência para determinado hábito prejudicial...
Obsessão s.f.(do lLat. Obsessio,obsessionis.) 1. Ação de obsedar, importunar. 2 – Sentimento, conduta que se impõem a uma pessoa atingida por uma idéia fixa, mania. TOC.
    Quando desencarnamos com viciações, com certeza nos tornaremos obsessores (no caso, do tipo encosto) dos que ainda encarnados curtem as sensações físicas de forma anormal - exagerada.

Lá é tudo parecido com cá:
Quem foi desta para a outra, na qualidade de comilão, vai viver junto aos obesos e glutões.
Quem adorava encher a cara, vai fazer morada nos botecos da vida no além e descansar nas sarjetas com a boca cheia de formigas.
Quem curtia uma masturbação diária e o uso das sensações sexuais fora de ordem e de lugar, após o desencarne vai morar nas esquinas da vida, nos prostíbulos e, se tiver com que pagar aos chefes trevosos pode até habitar ou passar umas férias num motel.

    Quando falamos ou pensamos na obsessão como fonte de manutenção da dependência e vícios, logo nos vem á mente a colaboração dos desencarnados para que isso se prolongue. Mas, nos livrarmos dos desencarnados é muito simples e fácil – basta desenvolvermos um tico de boa vontade – nos darmos ao trabalho amoroso de conversar com eles de forma simples e respeitosa que, eles logo entendem e se afastam para procurar a própria evolução espiritual e a paz. Porém, somos reféns e nada podemos fazer de imediato, contra os obsessores encarnados dos que se deixaram levar pelo vício; sejamos nós mesmos ou nossos amigos e familiares: os traficantes de qualquer coisa.

A luta solitária contra eles é inglória, pois essa raça tem a proteção de policiais, juízes, desembargadores, ministros, políticos. Lembram do ditado popular: se ficar o bicho come; se correr o bicho pega – porém podemos agregar a palavra de Jesus: onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome: se ajuntar o bicho foge...
    Após o término desta fase final de tempos, a maioria dos expatriados deste planeta índigo; serão os que se deixaram dominar pelos vícios e seus mantenedores: obsessores encarnados e desencarnados.

A ESCOLHA É NOSSA.

domingo, 10 de março de 2013

Envelhecer é a arte de evoluir como alma.



    Envelhecer...

    A arte de envelhecer é a de adquirir sabedoria usando o conhecimento disponível em cada momento da evolução; dia após dia, experiência após experiência...

    Qual a melhor época para que comecemos a nos preocupar com a velhice?

    Parece uma resposta difícil ou quase impossível de ser dada; no entanto, não é.

    O preparo para a velhice deve começar desde o nascimento e seguir vida afora através da educação da alma.

    Uma pessoa conhecedora e praticante das leis da vida certamente apresentará um rendimento existencial muito maior.

    Uma das condições básicas para que se tenha uma vida com bom rendimento é compreender quem somos e o que fazemos aqui.
Outra: quem sou eu; e quais minhas tarefas de vida.

    Descobrir isso, para quem tem preguiça de pensar parece uma tarefa gigantesca.

    Em tempo:
    Uma vida com bom rendimento não tem nada a ver com as condições financeiras e de status frente aos valores vigentes na sociedade. Para compreender isso, é preciso que o indivíduo saiba que todos de retorno a esta dimensão da vida trazemos um projeto, um planejamento existencial com metas a atingir – e que levamos conosco na saída apenas o que conquistamos em obras e melhora pessoal.

    O primeiro passo é lutar para atingir a velhice.
    Mesmo que chegar à maturidade cronológica não faça parte do projeto de vida.
    Muitas almas nem bem chegam já vão embora; outros partem na condição cronológica de crianças, jovens, adultos.
Cada qual com seu conjunto de motivos ligados ao passado e ao presente, quando o livre arbítrio já foi usado nesta existência.

    Mas:
    Atingir a velhice deve ser uma das metas – pois quanto mais tempo e sala de aula: maior poderá ser o aprendizado; para quem quer aprender...

    Claro...

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

ENVELHECER COM DIGNIDADE?





O ser homem é capaz ou deveria ser; de questionar a vida, especialmente a sua em particular.

    Por que e para que vivo?

    Boa pergunta.

    Sei lá; mas, uma coisa parece lógica:

    Um dos objetivos de vida humana pode ser morrer de velhice para aproveitar todos os tipos de ensinamentos proporcionados pela existência; pois cada fase da vida humana parece favorecer um tipo de aprendizado compulsório ou voluntário, isso, boa parte das pessoas já foi capaz de perceber.

    Será que foi mesmo?

    Porque os efeitos do tempo favorecem algumas pessoas e detonam com a qualidade de vida das outras?

    Será que existe algum segredo para envelhecer bem ou mal?

    O que é o tempo na vida do ser homem?
Calendário, relógio ou pensamento, sentimento e atitude?
Estamos sujeitos aos inexoráveis efeitos da passagem do tempo?

    Nosso assunto para bate papo é a forma como as pessoas costumam atingir a velhice.

Em tempo:

DIGNIDADE:
RESPEITO CONQUISTADO...

RESPEITO:

ATENÇÃO PROFUNDA; DEFERÊNCIA;CONSIDERAÇÃO; OBEDIÊNCIA; ACATAMENTO; RAZÃO; MOTIVO; CAUSA...


        O que estou fazendo da minha vida?

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

PSICÓLOGO DE DEFUNTO


Imagem perfeita - você é o da direita.



A gente vive pagando mico.
Se alguém te disser um dia que você vai se especializar em psicologia defuntária; você vai fazer chacota; gozação.
Mas, um belo dia vai ter que se virar para ajudar um desencarnado; ou melhor; dessossado a entender que foi desta para a melhor.

A maioria dos que batem com as botas não sabem ou não querem saber que desencarnaram (coisa tipo: me engana que eu gosto – essa postura segue além da vida).

O roteiro é parecido:
- Onde estou? Que lugar é este? É tudo tão estranho!
- A maioria vai reclamar dos sintomas da morte; em virtude da fixação mental.

Nossa brincadeira de hoje:

Se fosse você como daria a informação para a pessoa que ela já defuntou?
Ia dizer na lata?
De pronto?
Ia enrolar?
Desconversar?

Melhor não fugir do assunto; pois breve ou você será paciente de psicólogos não bem formados de desencarne ou será paciente.

Bem vindos.

sábado, 14 de julho de 2012

ENVELHECER SEM MEDO DE VOLTAR PARA CASA



Como costumamos deixar tudo para a última hora associamos a velhice à morte e, a cada nova notícia de morte dos contemporâneos, cresce a ansiedade e o medo com relação à nossa; e ela carrega consigo a preocupação com o pós – morte, o que nos faz buscar a religião.

O envelhecer também traz consigo uma preocupação maior com a saúde, tornando-se a época onde se busca mais ajuda médica e, usamos mais remédios nem sempre necessários; poucos compreendem que é tarde demais para remediar; e que o momento é de transformações super radicais do espírito; afinal toda nossa existência foi um preparo para esse momento, sempre especial.
Já morremos incontáveis vezes e não aprendemos ainda a fazê-lo.

Nunca é tarde para mudar; o tarde não existe; pois num segundo podemos fazer transformações radicais na forma como encaramos a vida.

Momento de deixar de se enganar, de encarar nossa verdade; de abrir as gavetinhas do EU e colocar a consciência em ordem.
Essa é uma atitude inteligente; afinal o que temos a perder:
O corpo físico?
A dignidade espiritual?
Dinheiro?
Posição social?
Orgulho?

O estar prestes a voltar para casa deve ser um momento de entrar com um requerimento para uma nova chance em 3D.
A condição essencial é: NÃO ENLOUQUEÇA; deixe a porta da PASSAGEM entreaberta assumindo quem foi e quem é.
Simples assim.
Não temos que nos envergonhar de nada; fizemos o que achamos que era preciso.
Não deu certo?
Toca a recomeçar.
Quem sabe na próxima a gente aprende a morrer direito.


domingo, 8 de julho de 2012

TRANSPLANTES – O SENTIMENTO DA GRATIDÃO NOS RECEPTORES PODE DIMINUIR A REJEIÇÃO





TRANSPLANTES – O SENTIMENTO DA GRATIDÃO NOS RECEPTORES PODE DIMINUIR A REJEIÇÃO

Um dos problemas no transplantado é a rejeição ás células que estão chegando; e reflete a não aceitação do diferente.
Assim como o câncer é uma rebelião celular; a rejeição é um tipo de exclusão.
Isso é natural e reflete nosso estado como humanidade: não deixa de ser um problema de egoísmo e de orgulho celular; afinal, cada célula é um ser único e independente em fase de evolução.

Não tem importância que nós ainda sejamos, a maioria, reticentes quanto á doação de sangue, órgãos – enfim; que sejamos egoístas; não queremos doar nada.
Não tem importância atropelar o processo – sempre é possível ir além do lugar comum; mesmo que ele ainda não seja tão comum assim.

DOAR ÓRGÃOS É UMA SINGELA FORMA DE GRATIDÃO Á VIDA E ÁS CÉLULAS QUE NOS SERVIRAM NESTA EXISTÊNCIA. 

E podemos ir além: conversando amorosamente com nossos órgãos e células é possível diminuir a rejeição; evitando a agressão a elas e ás células do futuro receptor; maltratadas com tantas drogas que suprimem a imunidade.

Dou a sugestão para profissionais que trabalham na área de transplantes – vamos começar a campanha de conscientizar os receptores com o sentimento da gratidão; para que as células que compõem seu corpo possam aceitar com amor e respeito; as novas células que estão chegando.

Faço um desafio aos amigos profissionais da área: Experimentem colocar a idéia em prática e gerem muitos trabalhos científicos que sejam capazes de convencer as pessoas comuns.

Segue um slogan provisório:

PREPARAR-SE PARA RECEBER UM ÓRGÃO: ATO DE RESPEITO E GRATIDÃO – PREPARAR-SE PARA DOAR ÓRGÃO: ATO DE CORAGEM E AMOR.

Que os profissionais da área de comunicação e marketing o ajustem e simplifiquem.

Bem vindas todas as idéias e correntes de pensamento.

Gratidão.

Namastê.

sexta-feira, 23 de março de 2012

O LUGAR MAIS CHATO DO UNIVERSO




Além da criatividade o bom humor Divino é imbatível.
O lugar mais chato e entediante do universo é o céu.

Quanto mais próximos de Deus (mais criativos) nós estivermos menos tempo queremos ficar ali.

Feche os olhos físicos e os que você acha espirituais, principalmente, e imagine-se num lugar fantástico: lindo, maravilhoso, paisagens deslumbrantes e multicoloridas, ameno, cheio de perfumes celestiais, onde as pessoas conversam através de poesias e belezuras recitadas, nada a fazer além de curtir a aposentadoria cósmica. Quanto tempo agüentaria ficar num lugar desses? Horas, séculos, milênios?

Dizem que nem Deus dá conta de atender os requerimentos para tarefas em mundos onde haja o que criar e fazer. A fila para sair do céu é quase maior do que a de entrada.

Quantos estão solicitando: amores difíceis; pessoas quase insuportáveis; parentela aproveitadora; superação de doenças; chefes incompetentes; adversários gratuitos; desafios climáticos e de todos os tipos para exercitar nossa Divina Criatividade.

Somos movidos a desafios de criatividade; por isso, gostamos tanto de ir para o inferno; só pelo desafio de sair dele. Mas, para brincar de pega-pega com o capeta é preciso estar preparado.

Sei não; tô numa dúvida cruel; eu entro na fila do céu ou numa dessas para mundos desafiadores lotados de sogras e outros desafios? Claro que tenho que fazer por merecer a escolha – Vou por que quero; ninguém me manda nem obriga; exceto a parte divina que está em mim.

Sei lá o que vou fazer.
Mas acho que “o céu pode esperar” – melhor deixar a fila para sair dele diminuir...

Namastê.

sexta-feira, 16 de março de 2012

DICAS PARA ENVELHECER COM DIGNIDADE




Não espere os leitores um roteiro mágico para envelhecer com dignidade e com eficiência ou para parar no tempo.
A intenção deste bate papo é contribuir com a idéia de trazer o assunto envelhecer á discussão sob um prisma um pouco diferente do habitual. Apenas nos atrevemos a recomendar tópicos bem básicos.

Algumas das sugestões:

• O medicamento de uso contínuo recomendado para retardar o envelhecimento é o parar pensar.
• A cirurgia mais indicada é a cirurgia moral.
• Para as dores da alma recomendamos anestesiar o ego.
• Para fortalecer a força da vontade nada como exercícios diários para ficar em forma.
• O melhor divertimento é auxiliar o próximo.
• O relax mais recomendado é exercitar o perdão.
• A arte como terapia mais adequada é aprender a arte de amar.
• O melhor cosmético é desenvolver a auto-estima.
• A grande mudança é o respeito ao próprio corpo.
• O melhor fortificante é assumir a responsabilidade várias vezes por dia.
• Desencarnar com lucidez.

Enfim:
Fazer a vida valer a pena.
Dar o máximo de utilidade á existência.

Namastê.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O UMBRAL NÃO É MAIS AQUELE




Só vemos o que queremos e segundo nossa visão de mundo.
Mesmo andando com freqüência por lá a maioria das pessoas não consegue enxergar a nova realidade Umbralina e ainda tem uma visão romanceada do local; imagens do tipo daquelas passadas pelo espírito André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier e outros; tudo lá está muito mudado se levarmos em conta os antigos relatos da década de 40; afinal o progresso jamais pode ser detido até mesmo nessas regiões.
O capeta, por exemplo, não veste mais aquele estranho colant vermelho; hoje o diabo veste Prada; não tem mais pés de cabra; só usa sapato de bico fino; abandonou o odor de enxofre e só usa perfumes de grife; fez uma plástica e cortou o rabo; tridente nunca mais; só uma bengalinha básica para dar um charme.
Claro que os assessores e a turma do segundo escalão usam mais camiseta; bermudão e chinelo; pois ninguém merece um calorão daqueles. O capeta só bebe drinks e maltados; já a malta bebe só devassa quase gelada e outras que nem o capeta consegue tomar.

A aparência das cidades umbralinas está mais para uma Las Vegas com nuances de Rua Augusta em sampa ou de vielas da periferia de algumas cidades a Ásia. Claro que em todas elas a coisa vai degringolando do centro para a periferia. As zonas mais xiques do umbral não deixa a dever a muitos bairros de cidades de 3D.

Sem dúvida que por lá também enfrentam alguns problemas de desemprego; pois a obessão por encosto está quase acabada; o negócio do momento lá é chip, tecnologia de ponta, um tipo de obsessão á distância; e a turma sem qualificação perde o emprego. Até os governantes do Umbral estão passando por tumultos com passeata, depredação e tudo – fora a ameaça da turma se passar para o lado da luz. E para evitar revolta o governo oculto inventou maneiras de acalmar o povão de lá com a bolsa maldade e outras.

Quem diria; o umbral não é mais aquele; bendito progresso.
Quando fizer turismo astral noturno (nas saídas do corpo) tenha isso em mente e vai conseguir enxergar algo diferente. Esperamos que o leitor não se interesse pelo local e queira ficar de vez por lá...
Para quem gosta dessas coisas; dizem que o BBB deles é do além.
A crise econômica também ronda por lá; o bônus treva tá desvalorizado; os salários foram diminuídos, as mordomias também – licença prêmio após anos de serviços trevosos em motel cinco estrelas perderam o atrativo; entrada gratuita nos botecos perdeu a graça; até mesmo a cracolândia em Sampa que era um local muito requisitado, fizeram o favor de espalhar; os maconhodrómos da Holanda estão quase desativados; é a crise bateu forte.
E ainda por cima; o carnaval, quase, acabou...
Quem diria, nem o Umbral é o mesmo; parece que a crise é cósmica.
Até a crise habitacional devido á superpopulação é grande; qualquer pocilga custa os olhos da cara e tem que ser divida com uma multidão de desempregados e moradores de rua do astral.

Aviso:
Nas condições atuais, como a vida no umbral não está nada fácil; vigiar mais e orar muito evita a obsessão no varejo; todo juízo é pouco. Tudo leva a crer que a velha obsessão do tipo encosto, nesta crise, vai voltar com a corda toda.

Namastê

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

SONO NO ALÉM




Não sou muito da noite, gosto de dar aquela desencarnadinha básica diária parcial (saída do corpo durante o sono) mais ou menos cedo. Ontem fui dormir lá pelas 22hs; nem bem saí do corpo e já estava lá meu guia da noite, que disse todo feliz: - hoje vou te levar para assistir uma palestra divina, e deu o nome e as referências do palestrante do além. Lugar lindo, de tão lindo até dava um pouco de tédio. Terminados os preparativos do ambiente (a música era bem relaxante) começou a palestra, e, não deu quinze minutos lá estava eu “pescando” (Toc de cochilo) – o guia não ficou nada contente e me disse: - Se for para cochilar aqui; volta para o corpo e vai dormir na sua cama! – obedeci; mas nem bem entrei no corpo e já estatelei os olhos e idéias mil vieram á minha cabeça...

Esse assunto começa a me intrigar.
Será que é o corpo que atrapalha?
O colchão não pode ser, troquei faz pouco tempo.
Quando fui para a cama estava com sono mesmo.
Aí que medo; será que quando eu desencarnar de vez, eu vou dormir em sono eterno?

Vou dar uma dormidinha prá ver se o guia não ficou bravo e aparece para responder a algumas perguntas.

Sono no além ou sono do além.
Durma com um barulho desses.
Namastê.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

FIQUE ATENTO Á SUA HORA: cuida de você que Deus cuida dos outros.




Se acreditássemos em Jesus, não desperdiçaríamos tanto tempo e recursos com bobageiras, blábláblá, leroleros e tentativas de convencimento a respeito de nossas crenças.
Ah! – Eu não acredito!
Colocamos essa empáfia como uma verdade absoluta.
Já parou para pensar de onde vem e que utilidade tem as nossas crenças?

Traduzindo uma passagem do Apocalipse:
Na hora do vamu ver; tira o teu da reta; nem olha prá trás; te desapega mano – depois vê o que é possível fazer para ajudar os exilados...
Neste universo de dualidades as crenças cortam para os dois lados; como tudo:
Os religiosos de carteirinha são uma droga cósmica; mas os cépticos e agnósticos não ficam atrás.
Pois, por mais que digam que não, o medo do nada no pós/morte dos cépticos agnósticos é tão forte quanto o dos umbrais e do inferno dos religiosos; e vai aumentar a cada dia, pois as questões sobre as razões do viver nos perturbam cada vez mais numa época de instabilidades.
Mesmo para os que estão na condição de bem sucedidos materialistas e suas famílias top (dos filhos aos netinhos); seus interesses são mantidos pelos seres draconianos; mas a cada dia as dificuldades começam a surgir na forma de depressão, angústia, pânico, câncer – e breve; em virtude da perda de poder dos sombrios que cuidam dessa gente (mentores); mesmo que teimem em não morrer em não sair de 3D; seus filhos e netos de famílias cujo sobrenome está sempre ligado á corrupção e roubalheira farão o serviço da justiça cósmica; já que os serviçais da justiça terrena estão a serviço dessa malta.
Bem aventurados os aflitos e os que sofrem a ação de lutar pela justiça (Jesus).
Felizes os que mesmo tendo tudo o que os outros sonham ter já começam a ter seu inferno particular aqui; ás vezes light e abonado com drogas ansiolíticas e outras.
Felizes os materialistas mal sucedidos:
Pois para eles o apocalipse já começou na forma de nome no spc, cerasa, cartórios, processos, cadeia, doença, suicídio, depressão, angústia.
Para os outros: boa viagem...
Revisando o tão mal compreendido Jesus:
Não julgar; nada tem a ver com não pensar de forma crítica, coerente...

Alerta:
Não fazer o mal é o mesmo que não fazer o bem.

A omissão é o pecado da moda; da modernidade...

Se Deus não precisasse de nós não teria nos criado...

Namastê.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

QUEM PROTEGE OS MAUS?




É comum ouvirmos quando morre alguém visto como boa pessoa:
Onde está a Justiça Divina que leva os bons e permite que os maus continuem por aí praticando maldade e gerando sofrimento?

Deixando de lado a visão estreita de ver a perda do corpo físico como punição; nós ainda somos limitados prisioneiros da dualidade e do espaço/tempo; em razão disso, Jesus no sinalizou para não efetuarmos julgamentos; pois além de macaco falando do rabo do outro; nós ainda desconhecemos fatos passados e futuros.

Na sua essência a Lei de Justiça é perfeita e inviolável.
Ela encampa a Lei do Progresso que por sua vez depende da Lei do trabalho; pois, vida é movimento; daí, não há vida onde não haja movimento que se manifesta como atrito, esforço, luta e trabalho; e como não pode existir vida sem trabalho, na sua ausência nenhuma faculdade ou qualidade se desenvolve e sem ele a inteligência do homem não sairia da condição de infância, por outro lado nenhum esforço é feito em vão, cada qual carrega consigo mesmo seu progresso já conquistado arquivado no inconsciente.
No caminho da evolução não há: aposentadoria, férias, feriados...
Além disso; a Lei de Justiça sintetiza a Lei de Causa e Efeito; gerenciada sob os princípios da responsabilidade e supervisionada pela lei do amor ou da harmonia.

De volta á questão: quem protege os maus?
Somos seres interativos e Deus age em nós através de nós mesmos pela lei de afinidade e sintonia.
Cada grupo protege os do seu interesse – e Deus cuida de todos: bons e maus.

Vivemos ainda na prisão da dualidade entre luz e sombra – os trabalhadores da luz protegem seus afins e os da sombra fazem a mesma coisa. Simples assim.

Nossas interações de envolvimento nem sempre envolve maldade; mas apenas jogo de interesses.

Já vi bebuns atravessarem avenidas de pista dupla sem olhar para nada e não serem atropelados; parecia até que os carros estavam numa dimensão diferente – nada a espantar: os que usufruem do seu vício; os protegem – e assim sucessivamente com todos os vícios, hábitos e compulsões.

Exemplo:
No jogo de interesses no comando da vida pública, que explicação nós temos para a reeleição de candidatos réus confessos de crimes contra a probidade; senão os interesses de seus eleitores.

É possível enumerar uma infinidade de outros exemplos.

A permanência aqui em 3D não tem nada a ver com ser bonzinho ou mauzinho; apenas com a necessidade pessoal e coletiva de aprendizado. Deus não tem nada a ver com o que nos acontece; seu único desejo é que sejamos felizes e perfeitos na relatividade das circunstâncias.

Uma dica: infelizes os arrependidos de última hora; serão as vítimas preferidas daqueles seus antigos colegas que se colocaram temporariamente na condição de julgadores e executores da lei de causa e efeito. Melhor começar a mudança de atitudes já, antes do desencarne. E quem garante que todos os que estão lendo esse comentário estaremos ainda em 3D amanhã?

Os que chegarem na outra dimensão sintonizados com as sombras estarão sentados nos degraus abaixo dos seus chefes de falange – lá a coisa é bruta; eles desaprenderam de brincar; vai demorar até reaprenderem a ser crianças...

Namastê.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

APRENDE A VALORIZAR O QUE SABES AGORA




Conhecimento é como comida; quando em excesso por mais maravilhosa, deliciosa e nutritiva que seja; faz muito mal; intoxica até - quando sabemos demais e não aplicamos; é a mesma coisa passamos mal; sofremos e, pior: fazemos outros sofrerem.

Na vida contemporânea há uma ansiedade, angústia até, pela informação; saber – o medo de ficar para trás ou ser ultrapassado e não saber consumir faz algumas pessoas adoecerem.

Aprende a não te angustiar pelo que ainda não sabes.

Valoriza o saber do momento; pois ele é o que dá a interpretação que traz em si a sensação de paz ou de angústia, de alegria ou sofrer.

Progredir, melhorar, dentre muitas coisas também é conhecer os mistérios do tempo; que traz consigo a lei da relatividade.
O que acreditei como válido ontem, pode agora, ser inválido.
Tudo que eu quis posso não querer mais agora.
O que planejei como ideal pode ser inadequado para este momento.

Além disso:
Aprende a separar o teu saber do dos outros.
O que é teu é teu – o que é meu é meu.
Nosso saber pode ser parecido; jamais igual.
Não te compares a ninguém – tu és um ser incomparável.

Cada um deve cuidar de si e do que repassa aos outros:
O que me serviu no passado como bem ou como mal; pode servir para outros agora, ao inverso do que senti naquele momento - pensemos nisto ao ditar regras e passar informações como se fossem verdades.

Valoriza, com a aplicação prática, o teu saber deste momento - sabendo com clareza que ele é apenas um fragmento que incorpora toda a realidade.

Podemos senti-lo, o nosso saber, como felicidade ou como dor; é a escolher: na “feira” do existir, mera questão de livre-arbítrio.
Então, já, agora, neste momento; torna-te, sinta-te feliz e trabalha para manter essa felicidade.
Apenas não esqueças que tudo, no sentir-se feliz, depende de mim, de você e de nós; pois tudo fica em nós; tudo sai de nós; vive e morre em nós; somos a unidade na diversidade; a minha felicidade depende da tua, tentemos não desapontar, infelicitar usando nosso saber ou a desculpa do nosso não saber como álibi.

Não é preciso armazenar saber nada mais do que já sabemos para viver no futuro; basta apenas praticar o que já conhecemos no presente.
O futuro ainda não existe, liberta-te desse outro fantasma.
Liberta-te de tuas necessidades futuras; isso é uma mentira que te ensinaram, para que possas ser dominado e explorado.

Usar o saber com o intuito apenas de prover o futuro de coisas temporárias; é o máximo do desperdício dos recursos do saber, trabalho e tempo.
Quando a ambição leva ao supérfluo, ao obsoleto, o homem abandona-se à própria sorte; no momento da grande viagem. E, quem acumula mais que o necessário, torna-se depositário dos bens coletivos; uma tarefa da qual poucos se saem bem – pensemos nisso; pois, podemos estar criando angústia e desequilíbrio que necessitam de reparação; apenas fazendo mau uso do saber.

Trabalhador com muitas ferramentas e sem prática – além de não saber o que fazer com elas ainda vai causar problemas...


Namastê.

sábado, 5 de novembro de 2011

MEDO DE SENTIR MEDO




Pessoas tristes, angustiadas, em depressão, sob o domínio de um medo tão intenso que cause pânico sempre houve em todas as épocas; apenas, nunca como nos dias atuais.
Antes, para nos sentirmos assim, quase sempre havia uma explicação lógica, um fato palpável, exceto para os “loucos varridos”; hoje, boa parte dos que se sentem dessa forma não conseguem arrazoar com clareza os motivos.

A sensação de que nós ficamos mais lentos a cada dia; tentando viver num mundo onde a rapidez é a tônica; nos deixa assustados e, a cada dia que passa (tão rápido), sentimos mais dificuldades para cumprir com nossos afazeres, responsabilidades, divertimentos e prazeres. É como um tipo de paralisia que nos dificulta viver, sufoca, trava, cala...

Primeiro nossa mente dispara, o cérebro não obedece ao comando de parar e as idéias nos atropelam; daí, começamos tudo e não finalizamos nada; então travamos.
E já estamos travando de muitas formas.
No terreno da afetividade quantas pessoas a chorar sem claros motivos.
No campo psicológico, tristezas, medos e angustias inexplicáveis.
O corpo está cada dia mais pesado, dolorido e doente.
Aumenta a cada dia o número de desadaptados e pouco úteis para si e para o mundo.

Porque será que tentamos desistir de continuar a incrível experiência da aventura de viver?
Estaremos doentes, frustrados, desalentados, enfadados, entediados de tentar descobrir se preferimos o bem ou o mal, a razão ou a emoção?
Ou tentamos adiar a escolha entre o ser e o não ser, entre o viver e o morrer?
Será que optamos por aguardar sem decidir esperando no que vai dar?
Temos muitas vontades, mas não sabemos do que.
Desejamos ir, mas não conhecemos o destino.
Quem poderá nos ajudar?

Qualquer situação ou experiência que envolva o ser humano pode ser observada segundo múltiplas formas e focos diferentes: sociais, econômicos, médicos, religiosos, psicológicos, eletrônicos, etc.
Muito se tem escrito e falado sobre esses problemas, mas sou da opinião que as causas reais que lhes dão origem não são focadas como seria necessário; e a resolução definitiva do problema dá a impressão de estar longe de acontecer, já que está centrada num diagnóstico incompleto.

A cada dia fica mais evidente o fim da Era das pílulas mágicas; e que, sem mudar o jeito de viver e a visão de mundo será pouco provável que consigamos resultados eficientes e definitivos.
O estilo de vida atual conduz as pessoas rapidamente do concreto ao abstrato, tirando-lhes o chão, fazendo com que percam a antiga estrutura e mergulhem no caos íntimo e coletivo que tanto tememos.
Exemplo: nossos medos eram mais concretos, envolviam um perigo real e, hoje são cada vez mais abstratos: o medo de não possuir, não ter, ficar para trás, de não gozar mais do que os outros...

A forma neurótica de viver baseada na competição deixou duas emoções fora de controle: ansiedade e medo. Necessariamente devem ser equilibradas pela inteligência que argumenta.

Inevitável que a bagunça mental e afetiva terminasse no organismo físico e o medo gerado pelas palpitações, coração a mil, sensação de desmaio; sufoco; aperto no peito; e de morte eminente - levem as pessoas á quase loucura e a um medo apavorante: o medo de sentir medo e de vivenciar de novo essas sensações e de novo e de novo.

Sair dessa armadilha não é simples – entrar é fácil; tal e qual entrar naqueles labirintos de espelho dos parques de diversão – lindos e atrativos por fora; mas depois de estarmos lá dentro, sempre é possível achar a saída – porém, não é fácil; parece a quem está de fora assistindo á angústia de quem está lá dentro.

Detectar as prováveis vítimas do pânico é muito fácil e pode ser feita desde os primeiros meses de vida – durante a existência os avisos são constantes; mas, ninguém liga...

Alerta:
Desencarnar com pânico é desastre á vista - pois a morte não cura nada - passar um tempo a perder de vista com um medo desses - é complicado.


Namastê.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

CARACTERÍSTICAS DA PERSONALIDADE QUE DIFICULTAM AS RELAÇÕES




O momento atual nos traz múltiplas situações ao mesmo tempo desmantelando nossos antigos esconderijos mentais, emocionais e afetivos. O EU SOU real aproxima-se rapidamente do eu imaginava ser, ou fingia que era; isso vai trazer desconforto tanto íntimo quanto nos relacionamentos.
A força do mecanismo de atração e repulsão nas interações, dentre outros fatores, é determinada pelas características de personalidade dos envolvidos que estejam mais atuantes naquele momento, gerando compatibilidade ou aversão.

Algumas de nossas facetas de personalidade nos levam a trombar uns com os outros mais facilmente.
Principalmente quando as relações são comandadas pela programação do subconsciente. Daí a urgência em acelerar o conhecimento de nós mesmos, para que nós façamos as mudanças que se mostrem necessárias.

O problema também se torna grave quando a relação é motivada por objetivos conscientes muito pobres de valores humanos, fúteis ou interesseiros.

Algumas dessas características:

Inveja.
A característica humana doentia e mais comum sem dúvida; é o sentimento da inveja. A relação entre dois invejosos tende a tornar-se uma forte e repulsiva aversão. Nem precisa que seja dito, por mais que o outro tente camuflar, sentimos quando alguém deseja ou cobiça o que imaginamos nos pertencer.

Intolerância.
Na relação entre dois intolerantes vai voar faísca para todos os lados.
O intolerante cria um clima energético de antipatia á sua pessoa com a maior facilidade. Não é fácil suportar um intolerante e sem atinar para isso, quem convive com ele tende a agir de forma a evidenciar essa característica tornando a interação sempre problemática.
Impaciência.
O impaciente tende a tornar as pessoas de sua convivência mais lentas do que possam ser; e a qualidade da interação deixa isso bem evidente para os dois lados.

Orgulho.
A interação com pessoas doentiamente orgulhosas sempre traz consigo uma carga de mal estar que atinge os circunstantes e se volta contra o próprio orgulhoso.

Agressividade.
A emissão de irradiações agressivas atinge fortemente as pessoas que se envolvem com personalidades agressivas; levando-as à fuga da relação, ficar na defensiva ou até a extravasar a própria agressividade tornando a relação mais do que doentia: perigosa.

Medo.
A personalidade medrosa tende a sentir antipatia ou aversão pelas pessoas excessivamente extrovertidas ou agressivas.

Ansiedade.
Pessoas que não dominam sua pressa e sua ânsia; tendem tirar o centro ou equilíbrio de alguns; que procuram se afastar ou até a repelir a possibilidade de interação.

Ganância.
O ganancioso pressente seus iguais á distância. De forma subconsciente já sabe que o outro vai disputar com ele e que pode impedir que seus mais secretos desejos se realizem.

Muitas outras expressões da personalidade dificultam a vida e os relacionamentos; mas a vigilância sobre estas já é capaz de mudar de forma interessante nossa qualidade de vida.

Dica:
Complemento deste bate papo em http://xepacosmica.blogspot.com

Namastê.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

EXISTE MORTE ACIDENTAL?




Mesmo as pessoas que praticamente não tem consciência de quem são e das razões do viver, entram na existência com um projeto de vida, nesse caso, organizado segundo as leis de causa e efeito, justiça e sintonia; quem já detém alguma consciência pode participar de forma ativa do projeto exercendo o livre arbítrio.

Podemos caracterizar a morte acidental como aquela que estava fora do esboço planejado ou do chamado destino.
Não é necessário que seja um “acidente” causado aparentemente apenas por fatores externos; pode ser uma doença como a que motivou o desencarne do cientista conhecido pelo pseudônimo André Luiz (o dos livros e do filme: Nosso Lar).

A morte por acidente pode ser com responsabilidade ou sem, no momento do evento ou nos fatores que o antecederam.

As conseqüências são futuras.

Exemplos:
- Indivíduo ingere bebidas alcoólicas, dirige em velocidade, acidenta-se e morre; a morte foi conseqüência de irresponsabilidade.
- Praticante de esporte perigoso, acidenta-se e morre; a morte foi conseqüência de querer viver perigosamente.
- Alguém é provocado no trânsito, reage e é assassinado; a morte foi conseqüência da ira, da cólera, da agressividade mal trabalhada, etc.

Em toda e qualquer morte acidental, se o indivíduo pode ser responsabilizado direta ou indiretamente eqüivale a suicídio, segundo vários graus de consciência (a quem muito for dado muito será cobrado - avisou Jesus).

Aquele desencarne onde indivíduo não pode ser responsabilizado direta ou indiretamente naquele momento; como um avião que caí, por exemplo; é conseqüência de escolhas anteriores – esgotou-se o ciclo de tempo necessário para as devidas correções, e não ocorrendo; concretizou-se o programado.

Nossa vida é uma teia de probabilidades de ocorrências.

Cada nova escolha sempre abre links para ocorrências que até podem parecer inusitadas – mas, eram possíveis.

Todo acidente tem uma causa programada?

Assunto interessante para bate papos.

Namastê.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

SINAIS DE DESENCARNE




Nos bate papo com a turma do além; o que mais se vê é gente que desencarnou e não sabe; ou não interessa saber.

Em algumas situações o processo é um drama; noutras até se torna engraçado.

Para que não sejamos pegos de surpresa, alguns sinais de desencarne:
Se depois de um tempão você chega a casa e ninguém liga, todo mundo te ignora, só o cachorro parece que te vê; se ele vier te fazer festa tudo bem; mas se te estranhar, latir e rosnar; tua situação não é das melhores; você deve estar péssimo.
Acordou com uma sensação estranha, meio tonto, tudo parece estranho.
Olhou no espelho e não viu tua imagem.
Sem querer atravessou uma porta.
Sentou no banco do carro ou do ônibus e alguém sentou no teu colo.
Á noite cruza com um monte de gente com um cordão prateado e outros não – se você não tem mais o cordão prateado.
Tem outro cara dormindo na tua cama.
Tá uma chuva danada e você nem se molha.
Respira fundo e se acalma: Apenas, ocê já era. Defuntou. Virou a página do livro da sua evolução.

Nem sempre situações inusitadas é sintoma de desencarne.
Em cidades grandes é mais difícil detectar a condição de defunto:
Você tá pelado e ninguém olha.
Está todo estropiado, acabou de ser atropelado, bateu o carro grita e ninguém te acode.
Tem um monte de bandido te atacando e ninguém faz nada.
Invadiram tua casa e ninguém atende aos teus pedidos de socorro.
Não se desespere: Você pode estar ainda encarnado; talvez em Sampa.

Beliscar a ti mesmo não adianta; pois em 4D a gente sente dor do mesmo jeito.
Vê se lembra do teu nome.
Procura um calendário sempre pode ser útil – se de repente ocê acordou no futuro: já era.
A sogra falando mal de ti na tua frente – já era.
As coisas no teu trabalho estão funcionando normalmente sem você – já eras; defuntastes.
Ocê acordou e tá tudo em silêncio; sem barulho na vizinhança; ambiente perfumado, gostoso, pessoal falando baixo – ocê já era; mas fique feliz já está num hospital do além sendo socorrido.
Ouviu um leve roçar de asas; fica esperto ao invés do teu anjinho da guarda pode ser um daqueles morcegões do além.

Como tudo depende do nosso estado de alma; melhor ficar com lápis e papel na beira da cama e começar a anotar tudo o que for possível lembrar; do que se passou nos treininhos do sono.
Sabe aquele sonho?
Pode não ser um sonho; mas, uma realidade...

Namastê.



MORTE BEM MORRIDA

Pode parecer estranho o conceito de morte bem morrida e morte mal morrida.
Credo! Até do outro lado da vida o conceito de sucesso nos persegue. Mas, é verdade, assim como há pessoas por aí que estão mortas e apenas ainda não foram enterradas tal e qual os depressivos de carteirinha; há muitas que já foram enterradas com atestado de óbito e tudo e não morreram direito; aliás, é o que mais há do lado de lá: Gente que não sabe ou não quer saber que morreu.

Claro que isso já aconteceu com a maioria de nós nas outras vezes em que morremos; nós não o fizemos direito; daí, nós sofremos e fizemos sofrer á toa; apenas porque não aprendemos a falecer como manda o figurino divino.
Somos um povo cósmico cabeça dura; Já morremos tantas vezes que perdemos a conta e custamos a aprender; e olha que isso: só contando as mortes – morte mesmo; deixando de lado os milhares de treinos das dormidas e das cochiladas; nas quais, nós não vamos de mudança de vez para 4D.

Hoje entendo o medo de muita gente de ser enterrado vivo; no fundo é o medo de não morrer direito; permanecer preso entre 3 e 4D; atazanando a vida dos que cá ainda estão.

As religiões institucionalizadas não deram conta de ensinar as pessoas a morrerem direito, tanta fantasia a respeito de 4D inventaram – será preciso ensinar as pessoas a morrerem de forma mais didática e eficiente; e se possível, desde a pré-escola; pois, nunca se sabe quando será nossa vez de voltar para casa.

Não morrer direito; esse é um problema coletivo chamado obsessão.
Distúrbio que afeta a qualidade de nossas vidas muito mais do que se imagina.

O que nos prende a 3D e não nos deixa morrer direito?

- Sentimento de posse; tanto de quem vai e não quer deixar o que acha que lhe pertence; quanto dos que ficam com pensamentos grudentos com relação a quem se foi.
- Apego.
- Peso na consciência.
- Medo.
- Preguiça. Dá para acreditar que tem gente que não morre direito só por preguiça?
- Vícios que exacerbam a necessidade de sensações físicas: comida, bebida, sexo, cigarro, drogas, remédios.

Esse é um dos maiores entraves na evolução da humanidade: enquanto não morremos bem morridos ficamos com nossa evolução travada; e o pior é que ficamos presos em telas mentais de sofrimento, dependendo da forma e do momento em que desencarnamos.
Alguns pela falta do que fazer do lado de lá; passam a se divertir ás custas dos ainda encarnados; acentuando medos; assoprando idéias malucas; derrubando coisas; dando rasteiras; provocando discussões.
Devo ter feito muito isso de outras vezes em que não morri direito; pois mesmo desta vez, na infância adorava assustar as pessoas; e tinha cada idéia genial – arte típica de exumirim.

É incrível; mas uma das coisas que mais atrapalha um processo de morte com sucesso é o sistema de crenças da maioria; presume-se que deveria ser ao contrário.

Revisar e atualizar nosso sistema de crenças é urgente.

Ás vezes a morte é tão sutil; chega assim como quem não quer nada.
O primeiro passo é checar todo dia se está ainda encarnado ou se já desencarnou e nem percebeu.

Parece fácil saber se estamos vivos ou mortos; mas, só parece; ás vezes pensamos que estamos vivos e já morremos; noutras imaginamos que estamos mortos e estamos vivos. Ás vezes nós morremos aos poucos e por partes (não é isso que estão pensando – Exemplo: um portador de xulé daqueles se queixa: acho que meu pé dormiu! E logo você pensa: pelo cheiro já morreu faz tempo – e outros causos parecidos).

No próximo bate-papo vamos dar a dica de alguns sinais de desencarne que podem ser úteis.

Namastê.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

APRENDER A MORRER – REFLEXÕES PREPARATÓRIAS




Uma vez começamos um curso preparatório para o desencarne – só apareceram duas pessoas...
O pior é que saber desencarnar, como se portar, o que vai acontecer pode fazer uma grande diferença na qualidade de vida no Além.
E neste final de ciclo vamos ter mortes em massa; isso foi avisado e é prá lá de necessário; pois caso contrário adeus vida em 3D.

Uma das urgências deste final dos tempos atual é o preparo para o inevitável desencarne. Ele faz parte do contrato: o próprio nascimento é um preparo para a morte.
E daí? Qual o problema em sair de 3D?
Neste mundo de ilusões e de mentiras programadas e projetadas; somos induzidos a não pensar.
A forma mais diabólica (reveja seu conceito de demo) é enviar aos montes mensagens de paz, amor, e drogue-se, anestesiando-se para não questionar - pois não vai dar tempo para a maioria aprender e agir conforme os ditames da ética cósmica por osmose.

O que mais há na atualidade; como disse o Mestre Jesus são os falsos profetas travestidos de anjos a serviço das sombras. A idéia é boa: num mundo de mensagens de belezura e doçura você não pensa e segue sua vidinha de cobaia – e vai caminhando para o “matadouro espiritual” do Umbral grosso imaginando receber colinho e morar numa das colônias espirituais do Umbral médio...

Mas para quem se atreve a pensar – pode haver solução através da busca da VERDADE íntima que nos libertará.

E se eu morresse hoje?
Para onde iria?
Com quem estaria?
Em que condições?

Para responder com clareza a essas dúvidas o primeiro passo é aperfeiçoar o conhecimento sobre a vida, compreendemos melhor objetivos e finalidades do ciclo nascer, morrer, renascer passo a passo.
Para não cair nas pegadinhas dos trevosos; a reflexão sistemática torna-se uma ferramenta útil para compreendermos a morte dominando o temor e também ajuda a estarmos sempre prontos; pois a qualquer momento estaremos, de novo, vivendo esta experiência.

No preparo para a inevitável morte:
Alguns questionamentos podem ser prá lá de úteis:

- Observo a morte como algo a ser combatido?
- Ou ela é apenas um fenômeno natural de uma fase a ser ultrapassada?
- Penso, e debato sobre o tema com naturalidade?
- Se a evito, onde se localizam meus bloqueios?
- No temor da perda?
- Nas fixações do dogmatismo religioso?
- Na crise de consciência que me força a eliminar vícios e modificar hábitos de que tanto gosto?
- Faço confusão entre a crise da morte e o julgamento de consciência do pós - morte?
- Minhas crenças podem alterar a ordem natural dos acontecimentos?
- Há diferença entre o medo da própria morte e o da morte das criaturas do meu convívio?
- No momento, seria mais conveniente crer na continuidade da vida após a morte ou imaginar que ela seja o fim de tudo?


A cada situação em que nos deparamos com o problema; novas questões podem ser aventadas e na tentativa de respondê-las com boa vontade e honestidade; nós podemos continuar a reciclagem.

Exemplo: uma pessoa conhecida morreu de enfarte.
A morte prematura foi fruto das escolhas do estilo de vida, hábitos, pequenos vícios, dieta inadequada, estresse crônico, etc. Entretido em alcançar suas metas não percebeu ou não quis perceber nos avisos do cotidiano a necessidade de reformular o temperamento e o caráter; de reciclar objetivos de vida; dos hábitos sedentários...; esse tipo de morte e ao mesmo tempo: conseqüência das escolhas da forma de viver e suicídio semiconsciente (que não deixa de ser uma escolha; pois sempre somos notificados por sintomas subjetivos e doenças); na recusa em modificar avançamos para suicídio quase consciente que trará conseqüências funestas na trajetória evolutiva tanto no drama de consciência do pós-morte quanto nas tendências para adoecer na(s) próxima(s) existência(s).

Uma questão interessante:
Ensino o que sei a respeito da “passagem desta para a outra”; aos meus familiares e amigos “pé-na-cova”? Ou continuamos todos fingindo que eles não vão morrer?

Namastê.

sábado, 6 de agosto de 2011

O MEDO DE SOFRER NA PASSAGEM DESTA PARA A OUTRA




- “Morreu como um passarinho! Não sofreu nada!”

- Esperamos que o motivo, não tenha uma “estilingada”.

A angústia de sofrer na crise da morte é comum; o que nos leva a pensar e verbalizar o desejo de uma morte súbita, rápida e indolor; nem fazemos idéia de que, com esse pedido, nós solicitamos á vida uma situação de pós – morte complicada; principalmente nos momentos em que nossa personalidade social está vencedora - e lógico; muito apegada ao ter – possuir – aparentar – gozar, sentir-se dono, ou o maioral; pois passada a crise da morte há um grande risco de nos transformarmos em obsessores atraídos e fixados pelo apego e pelas viciações dos sentidos e do sentimento de posse.

Como estar em 3D não é mais do que um treinamento para viver em 4D: o ideal é batalhar por uma crise da morte precedida do envelhecimento útil (tem gente que vive mais de cem anos e não prestou para muita coisa), com tempo suficiente para exercitar a reflexão que facilita a adaptação, promove ajustes e dá ensejo a reparações.
Preparo enfim.
Qualquer um pode observar que, à medida que as pessoas envelhecem dormitam muito, passam mais tempo no outro plano do que aqui e com isso, treinam a transferência de forma suave e tranqüila.
No chamado mundo oportunista moderno, nascer e morrer virou doença - ela, tal como o nascimento, foi transferida para hospitais onde a ignorância (ás vezes voluntária e interesseira) com relação ao fenômeno, leva à sedação desnecessária do moribundo; o que, causa problemas durante a crise e depois dela; no trato com doentes terminais cuja morte é aguardada com ansiedade – mas, há quixotescamente um exército de indivíduos lutando contra ela; e raros preparados para ensinar o doente a morrer.
Para piorar as coisas na chegada ao lado de lá; os que têm alguma assistência educacional para morrer direito; recebem apenas os conceitos emocionais religiosos de perdão dos pecados, céus e infernos sem racionalidade.

Precisa-se com urgência de profissionais preparados para o tratamento psicoterapêutico da morte.
Essa crise pode ser estudada por trabalhadores dos hospitais de doentes terminais para melhor compreensão e posterior aplicação.

Para nos livrarmos de vez dessa mentirosa paranóia de sofrimento:

Parece que o sofrer é subjetivo, depende de interpretação; vejamos: peguemos um artefato capaz de produzir estímulo doloroso que possa ser medido; um choque, por exemplo: quando o aplicamos a resposta a dor é individual e subjetiva; a primeira pessoa pode ter a seguinte reação: Ai! um bichinho me mordeu! A segunda pode reagir: Ai! meu Deus que dor! A terceira pode ter uma crise histérica com direito a desmaio e tudo; todas sob o mesmo estímulo doloroso aplicado; esse é um sofrer físico.
O sofrer moral depende da visão de mundo e do estado de consciência – pois, quer queiramos ou não; lá no fundo da alma sabemos que pisamos na bola da evolução.

Estou com medo de sofrer na hora da morte?
Melhor começar logo a analisar o que venho fazendo da minha vida.

Afinal; o que é o sofrimento?

Namastê.